Fred Eterno Fluminense
 

FRED EM NÚMEROS

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2º maior artilheiro da história do Fluminense

Maior artilheiro da história do clube em jogos oficiais

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2º maior artilheiro da história do Brasileirão

Maior artilheiro da história dos Pontos Corridos

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Maior artilheiro da história da Copa do Brasil

Números Fred Eterno
 
Fred Eterno

O FRED

TE PEGOU!

MAIORES VÍTIMAS DO FRED NO FLU

14 gols - Botafogo

8 gols - Palmeiras e Vasco

7 gols - Flamengo

6 gols - Atlético-MG, Avaí, Bangu, Cruzeiro, Grêmio, São Paulo e Corinthians

5 gols - Athletico-PR, Sport, Portuguesa-SP, Coritiba, Figueirense e Internacional

 

OS RECORDES

O Fred que no próximo dia 9 deixa os campos de futebol entra para a história com um legado que jamais se apagará e recordes que desafiam as futuras gerações. O mais recente deles foi alcançado na vitória de virada por 3 a 2 sobre o Vila Nova-GO, quando o camisa 9 se isolou como o maior artilheiro da história da Copa do Brasil, chegando a 37 gols e deixando para trás ninguém menos que Romário (36).

Desde que retornou ao Fluminense em 2020, Fred vem enfileirando marcas importantes. Chegou a 158 gols, também ultrapassando Romário para se tornar o segundo maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro, atrás apenas de Roberto Dinamite (190), sendo o maior da era dos pontos corridos. 

Além disso, o atacante já rompeu a barreira dos 400 gols na carreira, se tornou o segundo maior artilheiro da história do Tricolor e o primeiro em jogos oficiais (com 199 gols), virou o terceiro maior goleador brasileiro na Libertadores (com 25 gols) e, de quebra, entrou no top 15 dos jogadores com mais partidas pelo clube (381). Fred é também o maior artilheiro do Fluminense em competições continentais (17 gols) e o segundo maior goleador do Estádio Nilton Santos (40 gols).

ALÉM DO CAMPO

Filho de seu Juá, Fred perdeu sua mãe, Gizelda, aos 7 anos de idade e aos 9 saiu de casa para seu primeiro teste em um clube de futebol.
De lá pra cá, entre erros e acertos, uma única certeza: Fred já estava predestinado a vencer!

A trajetória do artilheiro é pública e todos sabem dos seus títulos, recordes e feitos dentro de campo, mas o que poucos sabem é que, aos 24 anos, quando estava no auge da carreira na França e todos os jogadores estavam saindo do Brasil para a Europa, Fred quis voltar para ficar perto da sua filha, Geovanna. A decisão tomada pelo amor à família trouxe outro amor e um verdadeiro lar para o atacante: o Fluminense.

Quem convive com Fred sabe que a alegria é garantida. As histórias são as melhores, não pode faltar aquela resenha e um futevôlei de qualidade. Em dias de folga, esquece o telefone e embarca para sua fazenda no interior de Minas Gerais ou para Trancoso, na Bahia. Se engana quem pensa que, no momento de descanso, a competitividade fica de lado; muito pelo contrário! Ludo, dominó, baralho, FIFA… não importa a modalidade e o adversário, ele só pensa em vencer e diz com orgulho que nunca nenhum dos filhos, Geovanna, Júlia e João Pedro, ou sua esposa, Paula, ganharam dele.

Espírito de liderança, carisma, simplicidade, irreverência e determinação são alguns dos muitos adjetivos que descrevem aquele que fez história e entrou para o seleto hall de ídolos do Fluminense.

 

amor igual não se viu

Fred não nasceu Fluminense. Para explicar a relação que hoje transborda amor e gratidão, é necessário explorar bem mais do que a superfície nos permite enxergar. Como, afinal de contas, um mineirinho espevitado de Teófilo Otoni viria a exalar um sentimento de paixão por um clube de futebol do Rio de Janeiro?

Quando desembarcou no Fluminense, Fred já trouxe na bagagem potencial de possível ídolo. Àquela altura, era natural depositar no jogador certa expectativa, alimentada por uma carreira sólida, embora ainda curta. Mas por que um talento que três anos antes estava disputando uma Copa do Mundo e consolidava seu nome na Europa decidiria retornar ao Brasil? É possível percorrer diversos caminhos para encontrar essa resposta, mas a que melhor sintoniza os laços de Fred e Fluminense é a de que aquele menino que aos 9 anos saíra de casa em busca de um sonho ainda não havia encontrado seu lar no futebol. 

Os dois gols na estreia pareciam um presságio do que estava por vir. Os corações jogados à torcida no Maracanã despejaram esperança em uma arquibancada que sequer poderia imaginar aonde tudo aquilo chegaria. Mas, naquele mesmo 2009, não foram as glórias, mas sim as dores e dificuldades que forjaram a relação. Com a liderança de Fred, o Fluminense desafiou a matemática: o camisa 9 marcou oito gols nos últimos dez jogos do Brasileirão e reduziu a pó os 99% de risco de rebaixamento.

Mas nem só de superação se constrói uma idolatria. Sobretudo em uma instituição cuja galeria ostenta glórias eternas e personagens inesquecíveis. Era preciso dar um passo adiante, e Fred sabia disso. O título brasileiro no ano seguinte veio para lavar a alma. Não apenas do atacante, mas de uma imensa torcida que há 26 anos não via seu time conquistar a principal competição do país. Livre dos problemas físicos e em lua de mel com a torcida, Fred desandou a balançar as redes em 2011. Com 22 gols marcados em 25 jogos, se tornou o maior artilheiro do Fluminense em uma única edição do Campeonato Brasileiro. O terceiro lugar parecia pouco para um time que encantava e havia tomado gosto por vencer. 

Acontece que Fred estava mesmo predestinado a ser gigante no Fluminense. Se ainda restava dúvidas sobre em que prateleira o camisa 9 estaria inserido na história do clube, 2012 chegou para dissipar a discussão como fumaça ao vento. O título carioca abriu alas para um ano inesquecível. No Brasileirão, o dourado que fazia os contornos da linda camisa grená usada pelo atacante para marcar o gol do título foi também o dourado da medalha tricolor no campeonato. Artilheiro, craque... ÍDOLO! A eternidade vestiu Fred em três cores de forma tão mágica quanto o gol de voleio que o capitão marcou em um Fla-Flu daquela campanha.

Retire seu ingresso - Jogo Fred

O sucesso de Fred extrapolou as esquinas das Laranjeiras e o levou à Seleção Brasileira que conquistou a Copa das Confederações em 2013. A chuteira de prata e os dois gols na final contra a Espanha no Maracanã credenciaram o atacante a disputar, em 2014, sua segunda Copa do Mundo da carreira, a primeira como titular. Mas o que se apresentava como um sonho de menino em pouco tempo desabou como um pesadelo. Mas era tudo real. E Fred encontrou na torcida do Fluminense o amparo e o amor que o fariam se reerguer de carregar o fardo de uma covardia.

O carinho fortaleceu os laços e deu a Fred o conforto de um lar. Tanto que, em 2015, o jogador renovou seu contrato com o clube. Mas isso não impediu, contudo, que o inimaginável acontecesse em 2016. O destino ardilosamente separou Fred e Fluminense. No adeus, as lágrimas diziam muito mais do que qualquer palavra e resplandeciam esperança de que um dia os caminhos novamente se cruzassem.

Obrigado Fred

E era mesmo inevitável. Toda aquela história não poderia acabar assim, à margem de decisões alheias ao desejo de quem mais nutria carinho por Fred. A torcida apaixonada ansiava por um reencontro que a cada rumor alimentava uma confiança inesgotável. Enquanto o mundo ruía e afastava as pessoas, Fred retornou ao Fluminense no meio da pandemia privado de abraços, impedido de receber os sentimentos que por tanto tempo precisaram ser reprimidos. 

De bicicleta, assim como alguns de seus lindos gols pelo Tricolor, o ídolo voltou para casa. Conter a emoção deixou de ser opção. Fred sabia que, vestindo as três cores que traduzem tradição, ele é diferente. Com gols, vitórias, recordes e infinitas demonstrações de amor, pavimentou o caminho para o próximo dia 9 de julho. E quando este momento chegar, o capitão deixará de ser jogador do Fluminense, mas jamais deixará para trás o que construiu e conquistou no clube que parece ter nascido para defender.

Não, Fred não nasceu Fluminense. Mas Fred será eternamente Fluminense.

 
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